O
Brasil precisa ter a
sabedoria de reconhecer
que
tem uma subjetividade
que é notável,
uma
vitalidade
que é yorubá,
filtrada por uma ternura
lusitana
e o elemento do pensamento
mágico
do
mundo indígena
que se manifesta de
diferentes
maneiras na arte e na
cultura, na vida
afetiva
e nas relações
pessoais, que são
muito
ricas
e muito densas na experiência
brasileira.
A
utopia brasileira, ou
pelo menos o sonho de
Brasil,
é apurar a forma
de nossa convivência
sem
perder o calor dos afetos.