|
À
noite, quando dormimos,
experienciamos um corpo que
é inteiramente diferente daquele
corpo diurno.
Quando sonhamos, experienciamos
um corpo, fala, mente e ambiente
- o céu acima, a terra abaixo,
todos os elementos.
Após a morte, novamente temos
um corpo, uma fala e uma mente
no bardo,
o estado intermediário entre
a morte e o nosso próximo renascimento.
Então nascemos um uma nova forma
corporal.
Por
quê?
Apesar
de o corpo físico ser substancial,
a mente é insubstancial.
Aquilo que é insubstancial nunca
nasceu e nunca morrerá.
É
apenas a concha do corpo que
muda,
sua forma é um reflexo dos venenos
predominantes da mente
e da virtude ou não-virtude
que criamos.
|